terça-feira, 30 de abril de 2013

7º ano A e B (6ª série A e B) - Projeto "Feudo Medieval" (História)


Escrito por Profº José Eduardo Morelli


Os alunos das turmas 7º ano A (6ª série A) e 7º ano B (6ª série B) realizaram na semana de 22 a 26 de abril belíssimos trabalhos envolvendo a produção de maquetes cujo tema era o de "Feudos Medievais". 

Esta atividade foi desenvolvida dentro do contexto de Idade Média. Os alunos, ao longo das últimas quatro semanas, foram orientados a compreender o fenômeno do "Feudalismo" como uma característica marcante em toda a História do Ocidente Medieval. Vimos, através da análise de fontes literárias, pictográficas (ilustrações) e exercícios de fixação o papel desempenhado pelos Feudos na formação do "Mundo Medieval" - constituindo verdadeiros símbolos materiais daquele período. 


Afinal, o que é "Feudo" e "Feudalismo"? 


Após a Queda do Império Carolíngio no século X (10), a Europa Ocidental viu-se mergulhada num período de descentralização e fragmentação do poder político, ou seja, a era dos "grandes Impérios" (representado principalmente pelo Império Romano ou mais tarde pelo Império Carolíngio) chegava ao fim dando lugar a um continente sem Impérios, sem referências políticas continentais. A partir daí, nenhum outro Reino bárbaro foi capaz de desenvolver-se num Império nos moldes conhecidos - fato este que levaria a sociedade europeia a vivenciar um período que conhecemos hoje como o "Período Feudal" ou "Feudalismo", marcado por uma rede de Feudos independentes e espalhados por toda a região continental. Cada Feudo, uma realidade diferente.

Numa análise ampla, o Feudo é a terra outorgada (dada, concedida) por um "Suserano" ao "Vassalo". A situação de "Suserano" era representada, em geral, pelos Nobres que eram os DONOS das terras e a situação de "Vassalo" desempenhada por qualquer indivíduo que jurasse fidelidade e trabalho ao seu senhor em troca de moradia e proteção. É preciso observar que estes conceitos de "Suserania" e "Vassalagem" são entendidos aqui como COMPORTAMENTOS de sobrevivência da sociedade Medieval num período SEM unidade política e as duas "palavras-chave" desse comportamento medieval são a de "Fidelidade" e "Compromisso". Perceba que havia, portanto um compromisso com a sobrevivência e a ordem social. Lembrando que os lugares fora dos Feudos eram de medo e desconfiança. 

Sobre as origens linguísticas da palavra "Feudo", observamos suas origens nos idiomas bárbaros-germânicos sendo que os termos "vieh" (gado/posse) ou "fehu" (propriedade) são apontadas pelos linguístas como as origens plausíveis para a palavra "Feudo". 


Características típicas de um Feudo Medieval. 




Os feudos eram constituídos de:

Manso Senhorial: o espaço das terras ocupado pelos Castelos dos senhores feudais, era a melhor "fatia" da terra, destinada à moradia de seus donos. 

Manso Servil: o espaço das terras onde residiam os camponeses e onde realizavam a produção agrícola.

Terras Comunais: o espaço das terras onde eram realizadas as colheitas, pastagens e etc.   

A vida dos camponeses não era nada fácil. Embora o trabalho escravo tivesse desaparecido da História européia neste período, o trabalho servil dos camponeses chega a ser comparado ao do trabalho compulsório (escravo). Vimos em sala que aos camponeses cabia obedecer uma série de imposições tais como os impostos, dentre eles destacamos:

Corveia: a obrigação de trabalhar para o senhor feudal sem haver remuneração imediata para tal atividade.

Banalidade: Imposto sobre o uso de moinhos, fornos, prensas e etc.

Talha: A entrega obrigatória de metade da produção agrícola ao senhor feudal.

Mão-morta: Imposto pago pela família do servo para permanecer na terra após a sua morte.




A Igreja Católica completava a dinâmica do sistema, exercendo imenso poder de influência sobre a sociedade como um todo. A Igreja Católica avançou no período como uma das instituições mais poderosas do ponto de vista religioso e até político.






MAQUETES - 7º ANO A E B































EXCELENTES MAQUETES - PARABÉNS !!! 



domingo, 14 de abril de 2013

PROJETO : ESCRITA CUNEIFORME

 


     ESCRITA CUNEIFORME





      OBJETIVO: COMPREENDER COMO OS POVOS DA MESOPOTÂMIA INVENTARAM A          ESCRITA E A UTILIZAVAM EM SEU COTIDIANO








sábado, 6 de abril de 2013

A CONSTRUÇÃO DE UMA AMPULHETA



ALUNOS DO 5ª SÉRIE - 6 ANOS  realizaram no mês de março de 2013 , uma bela atividade: construíram  com  produtos reciclados, uma AMPULHETA.



OBJETIVOS:   Compreender os  métodos e invenções  na contagem do           tempo durante os séculos;
                           Compreender a importância do uso de materiais reciclados em nossa sociedade;
                            Desenvolver  a integração  dos alunos;
                            Trabalhar com outras disciplinas.

                   


MATERIAIS USADOS: _

    Areia;

     FITA ISOLANTE

    garrafas pet.











NOSSA, TODOS APLICADOS.




NOSSA! QUE DEDICAÇÃO.
TODO MUNDO PARTICIPOU . 



Os alunos fizeram uso da internet no youtube:


  A CONSTRUÇÃO: Dai , os pequeninos   uniram as duas tampinhas das garrafas, depois com ajuda de um adulto, realizaram um pequeno furo entre elas, posteriormente colocaram a areia seca em apenas uma garrafa. Maravilha, já  verificaram o tempo na ampulheta.


 AVALIAÇÃO: Foi feito um relatório . Os alunos escreveram  a construção da ampulheta e o tempo gasto  na queda da areia.
                         Também foi avaliado a parte escrita e desempenho na construção .

                          
QUE ATENÇÃO.

AI SIM , QUE CONCENTRAÇÃO.
 BELEZA , TODOS TRABALHANDO.
PARABÉNS 6º ANO  A



 QUE ALUNA APLICADA!!


Agradecimentos. A Direção , Supervisão , Professores e pais.


         PARABÉNS A TODOS .
 PARABÉNS   ESCOLA  TERUKO.





























quarta-feira, 27 de março de 2013

6ºs anos - Projeto "Produzindo uma Bússola Caseira" (Geografia)

Escrito por Profº José Eduardo Morelli (História/Geografia)


Nos dias 15, 18 e 19 de Março, os alunos dos sextos anos (quinta-série) turmas A, B e C realizaram em sala um experimento científico cujo o objetivo era verificar na prática quais os efeitos do magnetismo terrestre e como esse campo magnético que envolve o nosso Planeta tem influenciado na cultura humana ao ponto de desenvolvermos equipamentos tais como a Bússola, objeto que foi e ainda é essencial para localizar-se no espaço geográfico.

Nas semana anterior ao experimento, os alunos assistiram ao seguinte vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=BRDJmXhWaaM

Neste vídeo os alunos puderam ver como foi formado o centro da terra, através do choque de um asteroide contra o planeta Terra no início de sua História natural. Este choque gerou um núcleo da Terra de natureza metálica em estado líquido - que por sua vez - cria um imenso "escudo" magnético invisível que se projeta através dos polos terrestres por aproximadamente 59 mil quilômetros em cada uma de suas extremidades, não só dando início aos efeitos do magnetismo terrestre como também protegendo o nosso planeta dos raios solares e raios cósmicos.

Os alunos trouxeram os seguintes materiais:

- Agulha metálica convencional;
- Imã (fragmento de magnetita);
- Rolha ou pedaço cilíndrico de isopor;
- Fita adesiva.

Procedimentos:

Os alunos foram orientados a "imantar" a agulha, raspando-a sempre em uma direção só no imã, por cerca de 15 a 20 vezes. Após este procedimento, com a fita adesiva em mãos, colaram a agulha sobre uma das extremidades da rolha ou isopor cilíndrico e com um recipiente com água sobre a Rosa-dos-Ventos - onde indicaram os pontos cardeais tais como NORTE, SUL, LESTE e OESTE e os pontos colaterais (NE, NO, SE e SO).





Resultados:

Os alunos perceberam que uma ponta da agulha, não importando quanto o recipiente de água trepidava acabava depois de um tempo pendendo para a direção do Norte magnético da Terra. A partir daí, automaticamente, pudemos definir onde estava o Sul, o Leste e o Oeste do Planeta.

Fotos